
A Fórmula E enfrenta um dos maiores desafios para o seu primeiro calendário Gen4, que vem sendo muito debatido, envolvendo um país considerado território de “corrida obrigatória” no próximo ano.
O Japão é visto há muito tempo como um país “santo graal” para a Fórmula E, e, após se consolidar em 2024 com o primeiro E-Prix de Tóquio, sua relevância para o campeonato mundial de carros elétricos aumentou a ponto de se tornar quase um território protegido para as equipes participantes e alguns parceiros comerciais.
Além da Nissan e da Yamaha, parceira técnica da Lola, serem duas grandes fabricantes envolvidas na Fórmula E, conglomerados multinacionais com bases e tradição no Japão aguardam notícias sobre a possibilidade de também terem uma corrida em casa.
A Bridgestone, que será a fornecedora de pneus da Gen4, e a empresa de eletrônicos TDK, uma importante parceira da Porsche, terão um papel fundamental na Gen4, como partes essenciais do cenário esportivo, técnico e comercial. Isso significa que há uma pressão adicional para que a corrida seja realizada no Japão.
No entanto, existem algumas dúvidas sobre a possibilidade de continuidade, embora atualmente tudo esteja sendo feito para garantir que o Japão permaneça no cronograma para 2027, o primeiro ano da era Gen4.