
As esperanças de que a IndyCar Series continue sua tradição de ter pelo menos 27 carros no início da temporada e correr com capacidade máxima durante todo o campeonato diminuíram.
A série chegou a 27 carros para iniciar a temporada de 2023, novamente em 2024, e continuou com esse número até 2025, quando o novo sistema de franquias da Penske Entertainment limitou cada corrida – com exceção dos tradicionais 33 carros que largam nas 500 Milhas de Indianápolis – a grids de 27 carros.
A PREMA Racing, que ingressou na IndyCar no ano passado, vem tentando encontrar novos proprietários e assumir um novo nome, mantendo sua posição na categoria com as vagas de número 26 e 27. No entanto, diversas fontes informaram que não há nenhuma chance da PREMA estar no grid em março, mês de abertura frenético da categoria, marcado por quatro corridas.
Todas essas fontes apontam para a quinta corrida da temporada – o Grande Prêmio Acura de Long Beach, que acontece entre 17 e 19 de abril – como o primeiro alvo para o possível retorno da equipe. A revista Racer apurou que as negociações com potenciais investidores continuam há meses, mas com o início da nova temporada a menos de três semanas e uma sequência implacável de quatro eventos em cinco fins de semana, de 27 de fevereiro a 29 de março, a PREMA deverá perder quase um quarto das corridas do calendário.
Sua ausência significa que, a menos que uma das 10 equipes veteranas em tempo integral da IndyCar, ou uma equipe que compete em tempo parcial como a Dreyer & Reinbold Racing, solicite permissão da categoria para inscrever carros extras em março – ou possivelmente durante toda a temporada, o que o presidente da IndyCar, Doug Boles, declarou ser sua preferência – os fãs terão um grupo regular de 25 carros para acompanhar, a menos que algo positivo aconteça com a PREMA ou com outra equipe para se juntar ao grid.