
Considerando o número reduzido de voltas que Romain Grosjean completou na IndyCar desde que deixou a categoria no final de 2024, não havia expectativa de que o piloto da Dale Coyne Racing, que retorna à categoria, terminasse a corrida de sexta-feira em St. Petersburg entre Pato O’Ward, Josef Newgarden e Scott Dixon na tabela de tempos.
Grosjean ficou em 13º lugar com o Honda nº 18, apenas 0,0310s mais lento que O’Ward, da Arrow McLaren, o que foi uma prova de suas imensas habilidades e da vasta equipe de engenharia de corrida da DCR.
Bill Pappas, engenheiro de corrida vencedor das 500 Milhas de Indianápolis, está trabalhando no carro de Grosjean, enquanto no outro ponto de cronometragem, para o estreante Dennis Hauger, o engenheiro campeão da IndyCar, Michael Cannon, e o veterano Mike Colliver trazem uma camada adicional de conhecimento que tornou possível o bom início da equipe – Hauger foi o estreante mais rápido na sexta-feira – sob a orientação do chefe de equipe Mitch Davis.
“A equipe de engenharia é ótima, Mitch Davis, Bill Pappas, Mike (Cannon e Colliver)”, disse Grosjean. “Eles têm muita experiência. Não há dúvida nenhuma disso. Há muita contribuição. Dei as primeiras voltas e pensei ‘tem algo errado no carro’, e então discutimos (sobre isso). Eu disse: ‘Acho que eles estão certos’, mas é assim que as coisas são.”
Grosjean afirmou, apara revista Racer, que passará as próximas semanas aprendendo a continuar confiando em seus novos engenheiros.
“Neste momento estou falando com você, mas na minha cabeça já estou repensando a configuração para amanhã”, admitiu. “Estou muito feliz em trabalhar com eles. Acho que eles têm muita experiência. Acredito que isso vai me ajudar muito em circuitos ovais, e estou animado com a corrida em Phoenix na próxima semana e com a chegada rápida de Indianápolis.”