{"id":9825,"date":"2026-09-15T08:00:00","date_gmt":"2026-09-15T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/aovolante.tv.br\/?p=9825"},"modified":"2026-09-12T19:43:56","modified_gmt":"2026-09-12T22:43:56","slug":"gwm-primeiro-transporte-de-carga-com-caminhao-a-hidrogenio-da-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aovolante.tv.br\/?p=9825","title":{"rendered":"GWM: primeiro transporte de carga com caminh\u00e3o a hidrog\u00eanio da Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"685\" height=\"462\" src=\"https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/image-36.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-9826\" srcset=\"https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/image-36.png 685w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/image-36-150x101.png 150w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/image-36-300x202.png 300w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/image-36-585x395.png 585w\" sizes=\"(max-width: 685px) 100vw, 685px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A GWM realizou no Brasil o primeiro transporte de carga com um caminh\u00e3o movido a c\u00e9lula a combust\u00edvel de hidrog\u00eanio da Am\u00e9rica Latina. Em sua primeira rodagem com carga no pa\u00eds, o ve\u00edculo da GWM Hydrogen tracionou uma carreta cegonheira carregada com carros e SUVs eletrificados da pr\u00f3pria marca, partindo do Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas (IPT), na Cidade Universit\u00e1ria da USP, com destino ao Aut\u00f3dromo de Interlagos, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A opera\u00e7\u00e3o in\u00e9dita marca tamb\u00e9m a primeira demonstra\u00e7\u00e3o do caminh\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o real de transporte de carga em territ\u00f3rio brasileiro. Ap\u00f3s completar o percurso, o ve\u00edculo ficar\u00e1 dispon\u00edvel no dia 26 para test-drive da imprensa e convidados, durante o Festival de Interlagos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este ve\u00edculo inicia uma nova etapa dos esfor\u00e7os da companhia para avan\u00e7ar em solu\u00e7\u00f5es de transporte pesado com emiss\u00e3o zero. \u201cEstamos falando de uma tecnologia que une o melhor dos dois mundos: a robustez e confiabilidade de um caminh\u00e3o el\u00e9trico e a autonomia proporcionada pelo hidrog\u00eanio verde com um processo de abastecimento r\u00e1pido e zero emiss\u00e3o do tanque \u00e0 roda\u201d, destaca Davi Lopes, Head da GWM Hydrogen Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Caracter\u00edsticas do caminh\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desenvolvido pela GWM Hydrogen, o caminh\u00e3o \u00e9 el\u00e9trico e movido por c\u00e9lula a combust\u00edvel (FCEV). O sistema utiliza o hidrog\u00eanio armazenado nos cilindros e o oxig\u00eanio do ar para gerar eletricidade a bordo, que alimenta o motor el\u00e9trico. Nesse processo, a emiss\u00e3o no escapamento \u00e9 apenas vapor d\u2019\u00e1gua (H2O).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O modelo \u00e9 equipado com bateria de 105 kWh e um conjunto de cilindros de fibra de carbono capaz de armazenar at\u00e9 40 kg de g\u00e1s hidrog\u00eanio a uma press\u00e3o de at\u00e9 350 bar. O ve\u00edculo tamb\u00e9m conta com sistema de recupera\u00e7\u00e3o de energia durante frenagens e desacelera\u00e7\u00f5es, recurso que permite reaproveitar energia em situa\u00e7\u00f5es como descidas de serra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O conjunto entrega at\u00e9 400 kW (544 cv) de pot\u00eancia e 2.700 Nm de torque, n\u00fameros compat\u00edveis com as exig\u00eancias de carga e rota do transporte pesado brasileiro. Com os cilindros abastecidos, a autonomia pode chegar a 500 km, enquanto o reabastecimento \u00e9 realizado em poucos minutos. O sistema permite ainda opera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua por mais de dez horas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro diferencial est\u00e1 na capacidade de carga. O caminh\u00e3o possui Peso Bruto Total (PBT) de 49 toneladas e peso vazio de 10,8 toneladas, cerca de 500 kg mais leve que a m\u00e9dia dos concorrentes. Na pr\u00e1tica, a redu\u00e7\u00e3o de peso amplia a capacidade \u00fatil de carga sem abrir m\u00e3o da robustez estrutural necess\u00e1ria \u00e0s aplica\u00e7\u00f5es de transporte pesado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por n\u00e3o utilizar combust\u00e3o para gerar a energia que movimenta o ve\u00edculo, a tecnologia apresenta zero emiss\u00e3o local de gases de efeito estufa e de poluentes associados aos motores convencionais, como NOx, hidrocarbonetos (HC), mon\u00f3xido de carbono (CO) e material particulado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A confian\u00e7a da GWM na introdu\u00e7\u00e3o dessa tecnologia no mercado brasileiro se apoia na experi\u00eancia acumulada pela FTXT, subsidi\u00e1ria da GWM na China respons\u00e1vel pelo desenvolvimento de tecnologias de c\u00e9lula a combust\u00edvel e componentes para aplica\u00e7\u00f5es que utilizam hidrog\u00eanio. Fora do pa\u00eds asi\u00e1tico, a companhia adota a marca GWM Hydrogen, refor\u00e7ando sua atua\u00e7\u00e3o global nesse segmento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, mais de 30 mil ve\u00edculos com tecnologias semelhantes j\u00e1 circulam na China. Entre as opera\u00e7\u00f5es de destaque, a FTXT colocou mais de 500 novos caminh\u00f5es a hidrog\u00eanio em opera\u00e7\u00e3o na cidade de Baoding, ultrapassando a marca de 2.000 unidades em circula\u00e7\u00e3o. Somente em 2025, foram mais de 1.000 novos ve\u00edculos, consolidando a experi\u00eancia da empresa na aplica\u00e7\u00e3o da tecnologia em larga escala.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os ve\u00edculos s\u00e3o projetados para operar em condi\u00e7\u00f5es severas. As c\u00e9lulas a combust\u00edvel suportam partidas a frio em temperaturas de at\u00e9 -30\u00b0C, al\u00e9m das exig\u00eancias de longa autonomia e elevada carga \u00fatil caracter\u00edsticas dos caminh\u00f5es pesados. Os modelos permitem ainda reabastecimento em poucos minutos e opera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua por mais de dez horas, inclusive sob temperaturas extremas. E \u00e9 essa robustez, j\u00e1 testada em larga escala no mercado chin\u00eas, que a GWM come\u00e7a agora a avaliar e adaptar \u00e0 realidade brasileira.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Parceria com IPT<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A primeira opera\u00e7\u00e3o de transporte de carga tamb\u00e9m \u00e9 viabilizada pela parceria entre a GWM e o Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas (IPT), que proporciona a realiza\u00e7\u00e3o de testes e estudos conjuntos relacionados \u00e0 seguran\u00e7a, desempenho e viabilidade da aplica\u00e7\u00e3o do hidrog\u00eanio em ve\u00edculos pesados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Laborat\u00f3rio de Hidrog\u00eanio do IPT possui duas Hydrogen Refueling Stations (HRS), ou esta\u00e7\u00f5es de abastecimento de hidrog\u00eanio: uma de 700 bar para ve\u00edculos leves e outra de 350 bar para ve\u00edculos pesados. Com a disponibiliza\u00e7\u00e3o da infraestrutura, a GWM passa a contar com um local para abastecer o caminh\u00e3o a hidrog\u00eanio em S\u00e3o Paulo, fomentando e acelerando o processo de viabiliza\u00e7\u00e3o do projeto no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O acordo entre GWM e IPT tamb\u00e9m abre caminho para novas frentes de pesquisa e desenvolvimento na \u00e1rea de hidrog\u00eanio, incluindo testes de tanques de alta press\u00e3o e estudos de seguran\u00e7a e efici\u00eancia energ\u00e9tica. A colabora\u00e7\u00e3o est\u00e1 alinhada \u00e0s diretrizes do Programa Nacional do Hidrog\u00eanio (PNH2), que incentiva o fortalecimento das bases tecnol\u00f3gicas e a coopera\u00e7\u00e3o entre setor p\u00fablico e privado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO hidrog\u00eanio \u00e9 mais do que um vetor energ\u00e9tico, se trata de um vetor de desenvolvimento social, ambiental e tecnol\u00f3gico para o Brasil. Trabalhar ao lado do IPT, uma das principais institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do pa\u00eds, \u00e9 um passo decisivo para tornar o caminh\u00e3o a hidrog\u00eanio uma realidade no mercado nacional\u201d, afirma Davi Lopes, Head da GWM Hydrogen Brasil. Com esta primeira rodagem, a GWM d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica dessa tecnologia no Brasil e avan\u00e7a na constru\u00e7\u00e3o de um ecossistema de hidrog\u00eanio no pa\u00eds, combinando experi\u00eancia internacional, pesquisa local e desenvolvimento tecnol\u00f3gico para contribuir com a transi\u00e7\u00e3o para uma mobilidade mais limpa e sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte: GWM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A GWM realizou no Brasil o primeiro transporte de carga com um caminh\u00e3o movido a c\u00e9lula a combust\u00edvel de hidrog\u00eanio da Am\u00e9rica Latina. 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