{"id":8098,"date":"2026-06-28T13:08:09","date_gmt":"2026-06-28T16:08:09","guid":{"rendered":"https:\/\/aovolante.tv.br\/?p=8098"},"modified":"2026-06-28T13:08:10","modified_gmt":"2026-06-28T16:08:10","slug":"marlboro-a-empresa-que-transformou-a-indycar-final","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aovolante.tv.br\/?p=8098","title":{"rendered":"Marlboro: a empresa que transformou a Indycar &#8211; final"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1536\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-405.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8100\" srcset=\"https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-405.png 1536w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-405-768x512.png 768w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-405-1920x1280.png 1920w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-405-1170x780.png 1170w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-405-585x390.png 585w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-405-263x175.png 263w\" sizes=\"(max-width: 1536px) 100vw, 1536px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990, quem entrava pela primeira vez nos boxes da Team Penske tinha a impress\u00e3o de estar visitando uma empresa de tecnologia e n\u00e3o uma equipe de automobilismo. O contraste com muitos concorrentes era evidente. Enquanto parte do paddock ainda conservava caracter\u00edsticas quase artesanais, a estrutura comandada por Roger Penske funcionava como uma organiza\u00e7\u00e3o industrial. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seu estilo de lideran\u00e7a misturava disciplina, planejamento e uma capacidade rara de tomar decis\u00f5es sob enorme press\u00e3o. Funcion\u00e1rios relatam que dificilmente ele levantava a voz. Preferia fazer perguntas. Queria entender por que determinado problema havia ocorrido e, principalmente, como impedir que voltasse a acontecer. Essa cultura de melhoria permanente contaminava toda a organiza\u00e7\u00e3o. Mec\u00e2nicos, engenheiros e estrategistas sabiam que qualquer detalhe poderia representar alguns cent\u00e9simos de segundo, e cent\u00e9simos frequentemente decidiam corridas de 500 milhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Caminh\u00f5es impecavelmente organizados, equipamentos identificados, processos documentados e uma disciplina quase militar revelavam que ali havia muito mais do que um patrocinador disposto a investir milh\u00f5es de d\u00f3lares. Existia uma filosofia de gest\u00e3o que unia engenharia, administra\u00e7\u00e3o e marketing sob um mesmo objetivo: eliminar qualquer fator que pudesse comprometer o desempenho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Marlboro compreendeu rapidamente que aquele ambiente representava exatamente os valores que desejava associar \u00e0 sua marca. A Philip Morris jamais tratou a Team Penske como um simples espa\u00e7o publicit\u00e1rio. A rela\u00e7\u00e3o era constru\u00edda diariamente por profissionais das duas organiza\u00e7\u00f5es. Executivos respons\u00e1veis pelo marketing esportivo acompanhavam o calend\u00e1rio da categoria, coordenavam programas de hospitalidade, organizavam encontros entre pilotos e grandes clientes, supervisionavam campanhas publicit\u00e1rias e participavam da defini\u00e7\u00e3o da imagem institucional do projeto. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada corrida transformava-se em uma oportunidade para fortalecer rela\u00e7\u00f5es comerciais que muitas vezes envolviam distribuidores, redes varejistas e parceiros estrat\u00e9gicos espalhados por diferentes pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi nesse ambiente que Emerson Fittipaldi viveu uma segunda juventude esportiva. Muito al\u00e9m das vit\u00f3rias, o brasileiro tornou-se uma das principais pontes entre os engenheiros e o cockpit. Sua sensibilidade para interpretar o comportamento do carro impressionava t\u00e9cnicos acostumados a trabalhar com alguns dos maiores pilotos do mundo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Emerson n\u00e3o limitava suas an\u00e1lises ao desempenho do motor ou ao equil\u00edbrio aerodin\u00e2mico. Descrevia como pequenas altera\u00e7\u00f5es afetavam a confian\u00e7a do piloto durante a frenagem, a entrada nas curvas e a acelera\u00e7\u00e3o na sa\u00edda. Para engenheiros, esse tipo de informa\u00e7\u00e3o valia ouro. Um carro competitivo nasce de n\u00fameros, mas transforma-se em vencedor quando esses n\u00fameros conseguem traduzir sensa\u00e7\u00f5es humanas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A conquista das 500 Milhas de Indian\u00e1polis de 1993 consolidou definitivamente essa parceria. Naquele domingo, a imagem de Emerson cruzando a linha de chegada em um carro vermelho e branco percorreu o planeta. N\u00e3o era apenas a vit\u00f3ria de um piloto brasileiro. Era a confirma\u00e7\u00e3o de que a estrat\u00e9gia constru\u00edda entre Philip Morris e Team Penske funcionava exatamente como planejado. O retorno de m\u00eddia foi gigantesco, e a associa\u00e7\u00e3o entre a Marlboro e o sucesso esportivo atingiu um dos pontos mais altos de sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto isso, a categoria atravessava um per\u00edodo de extraordin\u00e1ria competitividade. Newman\/Haas, comandada por Carl Haas e pelo ex-piloto e engenheiro Paul Newman, consolidava-se como uma das grandes for\u00e7as do campeonato. A Chip Ganassi Racing iniciava uma trajet\u00f3ria que a transformaria em refer\u00eancia mundial. A Patrick Racing continuava sendo um advers\u00e1rio respeitado. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Equipes como Forsythe, Green, Walker Racing e Rahal-Hogan disputavam pilotos, engenheiros e patrocinadores em um mercado extremamente competitivo. A guerra n\u00e3o acontecia apenas nas pistas. Ela era travada tamb\u00e9m nas salas de reuni\u00e3o, onde contratos milion\u00e1rios eram negociados e onde patrocinadores avaliavam cuidadosamente qual organiza\u00e7\u00e3o oferecia o melhor retorno para seus investimentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir da segunda metade da d\u00e9cada de 1990, outro desafio come\u00e7ou a consumir dirigentes e patrocinadores. A cria\u00e7\u00e3o da Indy Racing League provocou uma divis\u00e3o que abalou profundamente o automobilismo americano. Equipes, pilotos, fabricantes de motores e empresas patrocinadoras precisaram escolher lados em uma disputa pol\u00edtica que fragmentou audi\u00eancia, reduziu receitas e criou um ambiente de enorme incerteza. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Marlboro acompanhou esse processo com preocupa\u00e7\u00e3o. Seu investimento dependia da for\u00e7a comercial da categoria, e qualquer perda de relev\u00e2ncia significava menor exposi\u00e7\u00e3o para a marca. Roger Penske tamb\u00e9m viveu um dos per\u00edodos mais delicados de sua carreira. Acostumado a dominar campeonatos, viu sua equipe enfrentar dificuldades t\u00e9cnicas, mudan\u00e7as regulat\u00f3rias e uma concorr\u00eancia cada vez mais preparada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi justamente nesse momento que outro brasileiro assumiu papel decisivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"530\" src=\"https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-406.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8106\" srcset=\"https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-406.png 800w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-406-768x508.png 768w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-406-1920x1272.png 1920w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-406-780x516.png 780w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-406-585x388.png 585w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-406-263x175.png 263w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Gil de Ferran chegou \u00e0 Penske trazendo uma combina\u00e7\u00e3o rara de intelig\u00eancia, serenidade e extraordin\u00e1ria capacidade t\u00e9cnica. Filho de engenheiro, formado em uma cultura que valorizava profundamente a an\u00e1lise de dados, Gil possu\u00eda um m\u00e9todo de trabalho quase cient\u00edfico. Conversava longamente com os engenheiros, participava ativamente das defini\u00e7\u00f5es de acerto e ajudava a reorganizar uma equipe que buscava recuperar o protagonismo perdido. Os t\u00edtulos da CART conquistados em 2000 e 2001 representaram muito mais do que vit\u00f3rias esportivas. Simbolizaram a recupera\u00e7\u00e3o de uma organiza\u00e7\u00e3o que jamais aceitara conviver com a derrota.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao lado de Gil come\u00e7ava a surgir um jovem de personalidade completamente diferente. H\u00e9lio Castroneves era expansivo, comunicativo e extremamente carism\u00e1tico. Sorria com facilidade, conquistava patrocinadores e aproximava o p\u00fablico da equipe de maneira natural. Muitos imaginaram que um perfil t\u00e3o descontra\u00eddo talvez n\u00e3o se adaptasse ao ambiente rigorosamente disciplinado da Penske. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aconteceu exatamente o contr\u00e1rio. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Roger Penske percebeu que aquele brasileiro possu\u00eda uma caracter\u00edstica rara: conseguia transmitir alegria sem perder o profissionalismo. Dentro do carro, era meticuloso. Fora dele, transformava-se em um dos melhores representantes que um patrocinador poderia desejar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"783\" height=\"391\" src=\"https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-427.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8175\" srcset=\"https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-427.png 783w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-427-768x383.png 768w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-427-1920x958.png 1920w, https:\/\/aovolante.tv.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-427-585x292.png 585w\" sizes=\"(max-width: 783px) 100vw, 783px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">imagem: USA Today<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As vit\u00f3rias nas 500 Milhas de Indian\u00e1polis em 2001 e 2002 ampliaram ainda mais a liga\u00e7\u00e3o entre o Brasil e a Marlboro Team Penske. Em pouco mais de uma d\u00e9cada, tr\u00eas brasileiros diferentes haviam conduzido os carros da equipe ao lugar mais alto do p\u00f3dio na prova mais importante do automobilismo americano. Emerson abrira o caminho. Gil restaurara a competitividade t\u00e9cnica. H\u00e9lio conquistara uma nova gera\u00e7\u00e3o de torcedores. Raramente um \u00fanico pa\u00eds exerceu influ\u00eancia t\u00e3o profunda sobre a principal organiza\u00e7\u00e3o da categoria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entretanto, o mundo mudava rapidamente. A press\u00e3o contra a publicidade de produtos derivados do tabaco aumentava em praticamente todos os continentes. Novas legisla\u00e7\u00f5es restringiam espa\u00e7os publicit\u00e1rios, limitavam campanhas promocionais e reduziam a exposi\u00e7\u00e3o das marcas durante eventos esportivos. Para empresas como a Philip Morris, tornava-se cada vez mais dif\u00edcil justificar investimentos constru\u00eddos justamente sobre a visibilidade p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A resposta encontrada foi inteligente. Em vez de alterar completamente a identidade visual, a equipe preservou o esquema de cores que durante d\u00e9cadas havia sido associado \u00e0 Marlboro. Em muitos circuitos, o logotipo desaparecia, mas o vermelho e o branco permaneciam praticamente inalterados. Era uma demonstra\u00e7\u00e3o impressionante da for\u00e7a constru\u00edda pelo branding. Depois de tantos anos, j\u00e1 n\u00e3o era necess\u00e1rio escrever o nome da marca. O p\u00fablico fazia essa associa\u00e7\u00e3o automaticamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Poucos programas de marketing esportivo alcan\u00e7aram tamanho grau de reconhecimento. Durante aproximadamente vinte anos, a parceria entre Philip Morris e Team Penske acumulou t\u00edtulos, vit\u00f3rias nas 500 Milhas de Indian\u00e1polis, centenas de p\u00f3dios e uma presen\u00e7a constante entre as equipes mais competitivas da categoria. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais importante do que os n\u00fameros, por\u00e9m, foi a transforma\u00e7\u00e3o cultural produzida por essa uni\u00e3o. A rela\u00e7\u00e3o entre patrocinadores e equipes deixou de se limitar \u00e0 compra de espa\u00e7o publicit\u00e1rio. Passou a envolver intelig\u00eancia de mercado, gest\u00e3o de relacionamento, produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, hospitalidade corporativa, desenvolvimento tecnol\u00f3gico e constru\u00e7\u00e3o de reputa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa heran\u00e7a permanece vis\u00edvel at\u00e9 hoje. Quando grandes empresas utilizam aut\u00f3dromos para receber clientes estrat\u00e9gicos, quando patrocinadores participam do desenvolvimento da identidade visual de uma equipe ou quando pilotos assumem o papel de embaixadores de marcas globais, existe um pouco da filosofia constru\u00edda pela Marlboro nas d\u00e9cadas de 1980 e 1990. O automobilismo aprendeu que velocidade podia gerar muito mais do que trof\u00e9us. Podia criar valor empresarial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez seja justamente esse o aspecto mais fascinante dessa hist\u00f3ria. Durante anos, acreditou-se que o protagonista era um logotipo estampado sobre um carro vencedor. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na realidade, o verdadeiro protagonista era um sistema de gest\u00e3o capaz de integrar engenheiros, mec\u00e2nicos, executivos, publicit\u00e1rios, estrategistas, pilotos e patrocinadores em torno de um objetivo comum. Roger Penske compreendeu isso antes de quase todos os seus advers\u00e1rios. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Philip Morris enxergou na Team Penske uma organiza\u00e7\u00e3o capaz de materializar seus valores corporativos. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E tr\u00eas brasileiros, Emerson Fittipaldi, Gil de Ferran e H\u00e9lio Castroneves, tornaram-se personagens centrais dessa constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hoje, a Marlboro j\u00e1 n\u00e3o aparece nas carenagens da IndyCar. As leis mudaram, o mercado mudou e o esporte seguiu novos caminhos. Ainda assim, basta observar com aten\u00e7\u00e3o o funcionamento das grandes equipes modernas para perceber que muitos dos conceitos considerados indispens\u00e1veis nasceram naquele per\u00edodo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A busca obsessiva pela perfei\u00e7\u00e3o operacional, a valoriza\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia do patrocinador, a integra\u00e7\u00e3o entre marketing e engenharia e a compreens\u00e3o de que uma equipe de corrida tamb\u00e9m \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o empresarial continuam definindo o automobilismo de alto n\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A fuma\u00e7a desapareceu das pistas. O legado, por\u00e9m, permanece acelerando silenciosamente a cada nova largada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990, quem entrava pela primeira vez nos boxes da Team Penske tinha a impress\u00e3o de estar visitando uma empresa de tecnologia e n\u00e3o uma equipe&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":38,"featured_media":8100,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"","_lmt_disable":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[92,72,104],"tags":[81],"class_list":["post-8098","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-col_indy","category-colunista","category-gildo-pires","tag-gildo-pires"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8098","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/38"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8098"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8098\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8245,"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8098\/revisions\/8245"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/8100"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8098"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8098"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aovolante.tv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8098"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}