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Laguna Seca, pista icônica, palco da última prova de 2022.   Cinco pilotos na disputa do título: Will Power, Josef Newgarden, Scott Dixon, Alex Palou e Scott McLaughlin. Power com 20 pontos de vantagem para Dixon e Newgarden, adicionou mais um ponto a essa vantagem cravando a pole, sua 68ª, se tornando o recordista.

Será que Will Power, do Team Penske, converteria a pole em vitória e/ou título? (Foto: Joe Skibinski / Penske Enterteinment)

E a largada para o GP de Laguna Seca foi limpa com o rookie Callum Illot (2º no grid) sendo pressionado e caindo para 4º, ultrapassado por Rossi e O’Ward e mostrando um Colton Herta ensandecido.

Na volta 10 Dixon e Ericsson foram aos pits mostrando que poderiam fazer 4 paradas ao invés de 3. E a corrida foi basicamente uma marcação de paradas de boxes entre os postulantes ao título, uma guerra fria de estratégias de pneus, sendo que Newgarden que largou em 25º, por ter errado na classificação, veio subindo o pelotão, enquanto Power ia liderando com certa tranquilidade.

Depois da 1ª janela, Palou teve um ótimo desempenho de pneus macios e assumiu a ponta na volta 27 e abriu. Os outros tinham pneus duros.

Dixon não conseguia avançar. Ericsson e McLaughlin estabilizados no meio do pelotão.

Na volta 38, Callum Illot ficou parado na saída dos pits e muitos aproveitaram par fazer seus pits da segunda janela, com a bandeira amarela sendo acionada na volta seguinte. Após as paradas o top 5 era: Palou, Power, Rosenqvist, O’Ward e Newgarden que estava alucinado aproveitando tudo o que podia para descontar os 22 pontos de desvantagem a essa altura. Os outros candidatos ao título estavam assim: McLaughlin P6, Ericsson P8 e Dixon P10.

Relargada na volta 43 com Newgarden subindo para 3º em duas voltas e para 2º em mais uma volta. E Power perdeu rendimento, reclamou problemas em uma das duas asas. E foi se segurando, com carro desequilibrado, pneus desgastados e sem se arriscar.

Lá na frente, Alex Palou, aproveitou seu motor novo (troca essa que deu punição de posições no grid) para abrir na frente, tendo bom desempenho independente do pneu que usava.
Newgarden com pneus duros não foi tão rápido, não conseguiu se aproximar de Palou.

Nas últimas voltas Power correu com o regulamento embaixo do braço, comboiando Newgarden, enquanto Palou ia avançando na ponta, rumando para a 1ª vitória do ano, na sua possível despedida da equipe Ganassi. Will Power cruzou em 3º e faturou seu 2º título na categoria.

Will Power emulou Scott Dixon e Alex Palou: levou seu carro em cada prova o suficiente para os pontos que podia fazer em cada ocasião, guiou mais com o cérebro que com o pé direito que sempre foi impetuoso. Campeão com só uma vitória no ano, na prova de Detroit e com com algumas corridas de recuperação de tirar o fôlego. Um viva para William Steven Power, ou Will Power!

Destaques da corrida: ótimas corridas de Newgarden (faca nos dentes toda a corrida, de 25º para 2º), Rosenqvist (mostrando que quer ficar na IndyCar), Lundgaard (campeão do Rookie of The Year) e Rossi (guiou rápido mas foi cerebral também na sua despedida da Andretti).

Resultado final, Palou se aproveitou de um motor novo.

O Vencedor, Alex Palou (Foto: Travis Hinkle / Penske Enterteinment)

O Campeão, Will Power (Foto: Twitter Team Penske)

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